sexta-feira, 7 de outubro de 2011

COLO




...depois de distante e o tempo ausente me encontro,
talvez em algum pranto aparente,
carregue na alma silêncio e contento,
eu sei que retorno não importa o momento.

Por hoje , que seja eterno, o colo que busco o pouso,
as mãos que passam e irradiam meu dorso,
possa cerrar o olhar de volta ao ventre
quando criança a correr contente.

Grato, pouco posso pedir,
dizer de tanto não faz me demonstrar,
que sim mulheres podem existir,
mas o abraço de ti minha mãe amar,

Retorno mais que de volta ao lar,
mas em retorno à matriz que me mostrou o mundo.
Agora posso adormecer em paz,
Obrigado minha mãe, por aqui estar.

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